História - Junta de Freguesia de S. Tomé de Negrelos

Ir para o conteúdo

Menu principal:

História

Freguesia

São Tomé de Negrelos é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Santo Tirso, com 6,12 km² de área e 4 032 habitantes (2011). Densidade: 658,8 hab/km².

Terra antiquíssima, os primeiros vestígios de ocupação humana remontam à proto-história, presentes no castro de Santa Margarida, monumento que se encontra classificado como Imóvel de Interesse Público.

A povoação de S. Tomé de Negrelos aparece já referida no século XI. Esta povoação chegou a ser vila e couto, tendo pertencido ao concelho de Negrelos, o qual depois de extinto, foi integrado no concelho de Santo Tirso.

É digno de visita a Igreja Paroquial, a Capela do Santíssimo Sacramento com abóbada de nós e uma loggia quinhentista, exemplar único na região. É de salientar a presença de várias casas solarengas, como a de Vilela; a do Paço (ambas armoriadas) e a de Leiras e do Ginjo. Não se pode visitar esta freguesia sem percorrer as quintas onde se produz algum do melhor vinho verde da região.

Foi vila e sede de concelho, de curta existência durante a primeira metade do século XIX. Em 1849 tinha 8 105 habitantes e 70 km². Era constituído por 12 freguesias: Burgães, Monte Córdova, Rebordões, Refojos de Riba de Ave, Roriz, São Mamede de Negrelos, São Martinho do Campo, São Miguel do Couto, São Salvador do Campo, São Tomé de Negrelos, Vilarinho e Penamaior.

Castro de Santa Margarida e Capela do Santíssimo

O Castro de Santa Margarida, idade do ferro, e monumento nacional fica situado em S. Tomé de Negrelos e não em S. Mamede de Negrelos, como aparece no texto descritivo desta última freguesia. Além disso, é importante referir que foi em S. Tomé de Negrelos, no ano de 1845, que nasceu a indústria têxtil do Vale do Ave, com o aparecimento da Fábrica de Fiação do Rio Vizela - a mundialmente conhecida como "Fábrica de Negrelos", que chegou a empregar 3.000 operários. Também em S. Tomé de Negrelos há adossada à Capela do Santíssimo uma "loggia" quinhentista, considerada Imóvel de Interesse Público, construída entre 1540-1545 e atribuída ao arquitecto italiano Francesco da Cremona que veio para Portugal com o mecenas Bispo D. Miguel da Silva.

 
 
Voltar para o conteúdo | Voltar para o Menu principal